Para prevenção de infecção hospitalar em cateteres venosos ...
Gabarito comentado
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Tema central: Prevenção de infecções relacionadas a cateteres venosos centrais utilizando cuidados apropriados com os curativos. Trata-se de um ponto fundamental na biossegurança clínica hospitalar, especialmente relevante para médicos cirurgiões gerais que frequentemente acessam veias centrais durante procedimentos.
Justificativa da alternativa C (certo):
Segundo as diretrizes da Associação Médica Brasileira e do Conselho Federal de Medicina, recomenda-se que os curativos em cateteres venosos centrais sejam trocados sempre que estiverem úmidos (por sangue, suor ou secreção), sujos ou soltos. Adicionalmente, para os curativos de gaze e esparadrapo, caso permaneçam secos, a troca deve ocorrer a cada 24 a 48 horas. Esse protocolo reduz o risco de colonização bacteriana do local e previne infecções da corrente sanguínea, que são potenciais fontes de morbimortalidade hospitalar.
Portanto, a resposta está alinhada com a seguinte citação literal das diretrizes (Projeto Diretrizes AMB/CFM):
“Realizar a troca sempre que este se apresentar úmido (de sangue, secreções, suor), sujo ou solto. Curativos de gaze e esparadrapo devem ser trocados a cada 24-48 horas se o curativo se mantiver seco.”
Análise crítica das alternativas:
E (errado): Seria incorreto afirmar qualquer frequência maior ou menor para troca dos curativos, ou negligenciar o fato de que qualquer úmido, sujo ou solto deve ser trocado imediatamente. Ignorar esse protocolo contraria as melhores práticas e aumenta o risco de infecção hospitalar, como comprovado por estudos revisados no UpToDate e manuais como “Controle de Infecção Hospitalar” (Jarvis, 4ª ed.).
Dicas e possíveis pegadinhas de prova:
Fique atento sempre aos termos "deve" ou "sempre que": indicam obrigatoriedade. Muitas questões trocam intervalos (24-48h pode ser alterado para 72h, o que seria incorreto) ou omitem situações como o curativo úmido, para tentar induzir ao erro.
Lembre-se: A biossegurança na manipulação de cateteres faz parte tanto da atuação clínica quanto das normativas oficiais pela ANVISA e Ministério da Saúde. O conhecimento e a correta aplicação dessa rotina são exigidos em concursos de alto nível.
Conclusão: A alternativa C está correta e fundamentada nas diretrizes nacionais e internacionais de biossegurança e prevenção de infecção hospitalar.
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