Com base no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da H...
I. O diagnóstico de HAS é confirmado, na medida de consultório, quando os valores de pressão arterial (PA) são sustentadamente iguais ou superiores a 130/80 mmHg, verificados em, no mínimo, duas aferições, em duas consultas diferentes.
II. A hipertensão mascarada é caracterizada por valores de PA normais no consultório (<140/90 mmHg), mas elevados fora do ambiente clínico, sendo detectada por MAPA ou MRPA.
III. A hipertensão arterial secundária, em contraposição à hipertensão arterial primária, ocorre devido a uma causa identificável e que pode ser tratada com uma intervenção específica, a qual determina a remissão ou melhora do controle pressórico.
IV. Quando o paciente necessita do uso de quatro ou mais medicamentos anti-hipertensivos para alcançar o controle da PA, considera-se que ele apresenta hipertensão arterial resistente controlada se a PA estiver menor que 140 mmHg/90 mmHg.
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A medida da PA no consultório clínico é a base para o diagnóstico precoce e acompanhamento da HAS, sendo fundamental para que o indivíduo receba o tratamento adequado e em tempo oportuno, reduzindo assim o RCV 18,26 . A avaliação diagnóstica da HAS deve ser realizada em consulta clínica, com duas a três medidas de PA, com intervalos de 1 dia a 4 semanas 16 . O número de visitas à unidade de saúde e o intervalo de tempo entre elas varia de acordo com a gravidade da HAS, evidência de DCV ou lesão em órgão-alvo. Durante este período de avaliação da PA, a avaliação do RCV e testes de triagem de rotina devem ser realizados, conforme a necessidade e especificidade de cada caso. O diagnóstico da HAS por medida de PA no consultório clínico ocorre se os valores da PA permanecerem maior ou igual a 140 mmHg para PAS, ou maior ou igual a 90 mmHg para PAD 17 .
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