Ao nascimento no RN ≥34 semanas, cerca de 2 RN em cada 10 nã...

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Q3701833 Enfermagem
Ao nascimento no RN ≥34 semanas, cerca de 2 RN em cada 10 não choram ou não respiram; 1 RN em cada 10 precisa de ventilação com pressão positiva; 1-2 em cada 100 requerem intubação traqueal; e 1-3 RN em cada 1.000 necessitam de reanimação avançada, ou seja, ventilação acompanhada de massagem cardíaca e/ou medicações, sendo a adrenalina a droga principal utilizada na reanimação neonatal. Sobre o uso da adrenalina na reanimação neonatal ≥34 semanas, é correto o que se afirma em:
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: A

Fundamento decisivo: Na reanimação neonatal do RN ≥34 semanas, a adrenalina é indicada quando, após ventilação adequada e massagem cardíaca efetiva, a FC permanece <60 bpm; a dose EV/IO recomendada é 0,01 a 0,03 mg/kg. Por isso, a alternativa A está correta e as demais erram o limiar de FC, a dose, a via ou a indicação.

Tema central: Adrenalina na reanimação neonatal
Análise das alternativas
A
Certa
A alternativa A coincide com o critério decisivo da reanimação neonatal: bradicardia persistente com FC <60 bpm apesar de ventilação eficaz e compressões torácicas. Além disso, apresenta a faixa de dose recomendada de adrenalina para a via preferencial endovenosa/intraóssea, 0,01 a 0,03 mg/kg.
B
Errada
Está errada em dois pontos técnicos. Primeiro, o gatilho para adrenalina não é não atingir FC >100 bpm; a indicação é FC persistente <60 bpm após ventilação adequada e massagem cardíaca efetiva. Segundo, 0,1 mg/kg é dose excessiva para uso EV/IO na reanimação neonatal, acima da faixa recomendada de 0,01 a 0,03 mg/kg.
C
Errada
Está errada porque intubação orotraqueal isoladamente não indica adrenalina. Na reanimação neonatal, a medicação depende de FC permanecer <60 bpm após ventilação eficaz e compressões. Também erra a via: a preferencial é endovenosa ou intraóssea, não traqueal.
D
Errada
A alternativa usa um alerta verdadeiro de segurança, mas a posologia proposta é incompatível com a diretriz. A dose recomendada de adrenalina por via EV/IO é 0,01 a 0,03 mg/kg; afirmar 'até 1 mg/kg' coloca uma dose muito acima do recomendado e potencialmente perigosa.
Pegadinha da questão
A banca explora a troca entre o alvo geral de FC >100 bpm e o verdadeiro ponto de corte para iniciar adrenalina, que é FC persistente <60 bpm após ventilação eficaz e compressões, além de misturar dose e via preferencial.
Dica para questões semelhantes
  • Em reanimação neonatal, confirme primeiro o gatilho da medicação: adrenalina só é indicada se a FC continuar <60 bpm após ventilação adequada e compressões.
  • Separe meta de estabilização e critério de intervenção: >100 bpm não é o corte para iniciar adrenalina.
  • Para adrenalina no RN ≥34 semanas, associe a via preferencial EV/IO à dose 0,01 a 0,03 mg/kg.
  • Desconfie de alternativas que usam intubação isolada como indicação de adrenalina ou que tragam doses elevadas por via EV/IO.

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