A pandemia que emergiu em 2019 em Wuhan, na província de Hubei, na China, causada pelo SARSCoV-2, espalhou-se de maneira significativa por todos os continentes, elevando exponencialmente o
número de infectados, repercutindo no número elevado de óbitos. E no Brasil não foi diferente. Até 26
de maio de 2021, transcorridas 20 semanas epidemiológicas, foram registrados 911 óbitos, com média
semanal de 47,9 óbitos, denotando um aumento preocupante e evidenciando, assim, tardiamente que
o grupo de gestantes era de grande vulnerabilidade à infecção, principalmente gestantes de alto risco,
devido a doenças pré-existentes, como hipertensão, diabetes e obesidade, as quais poderiam
apresentar pior evolução da covid-19, de maneira semelhante ao que se observava nas não grávidas.
Frente a este contexto, o Ministério da Saúde estabeleceu o protocolo de atendimento à gestante no
pré-natal, parto e puerpério, visando à detecção precoce de qualquer alteração. Dessa forma, no
acompanhamento do pré-natal ficou estabelecido:
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