Mulher de 23 anos procura atendimento psiquiátrico após
múltiplos episódios de autolesão não suicida (cortes superficiais
em antebraços), ao longo dos últimos 4 anos, geralmente
precedidos por pequenos conflitos interpessoais. Relata que,
diante desses conflitos, era inundada por medo de abandono e
sentimento de vazio. Reconhece padrão de relacionamentos
afetivos intensos e instáveis, alternando entre momentos de
idealização e desvalorização do parceiro. Após investigação
clínica, o diagnóstico de transtorno de personalidade borderline é
confirmado.
Considerando as evidências científicas disponíveis, a seguinte
modalidade de psicoterapia está indicada para essa paciente,
com foco na redução das autolesões não suicidas: