Um paciente de 34 anos está em acompanhamento para
esquizofrenia no CAPS (Centro de Atenção Psicossocial). A
psiquiatra, o psicólogo, a terapeuta ocupacional e a assistente
social atendem o paciente separadamente, cada um seguindo sua
conduta e seu registro individual. Não há reuniões com todos
esses profissionais para discussão do caso. Diante de um
agravamento no quadro do paciente, a enfermeira do CAPS
procura pontualmente a psiquiatra e solicita reavaliação da
medicação em uso, sem que os demais profissionais participem
dessa discussão.
Considerando-se o modelo assistencial preconizado para a
atenção à saúde mental, o caso descrito