A perspectiva da acumulação flexível, característica
do capitalismo contemporâneo, impõe ao Serviço Social a
reelaboração de sua instrumentalidade, exigindo não apenas a
compreensão das novas configurações da 'questão social', mas
também a construção de estratégias profissionais que
transcendam a mera mediação de políticas focais, buscando
incidir na desconstrução dos mecanismos estruturais de
precarização da vida, ainda que o acesso universal a direitos
sociais permaneça uma utopia na lógica do capital.
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