Com o advento de ferramentas de Inteligência
Artificial Generativa, como ChatGPT e Google Bard, o setor
público se depara com a oportunidade de otimizar processos
internos, desde a redação de documentos técnicos até a resposta
automatizada a questionamentos da população. No entanto, a
implementação dessas ferramentas em ambientes
governamentais exige uma avaliação rigorosa quanto à
confiabilidade das informações geradas, o controle sobre os
dados de treinamento utilizados e a potencial substituição de
mão de obra humana, que pode levar a questões éticas e sociais
graves. A capacidade de discernir a veracidade e a fonte da
informação produzida por essas IAs torna-se um desafio
central, exigindo que o usuário final detenha um alto grau de
letramento digital e crítico para evitar a disseminação de
notícias falsas ou dados imprecisos que comprometam a
integridade dos serviços públicos.