A micropropagação in vitro de clones de palma forrageira re...
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Ano: 2026
Banca:
EDUCA
Órgão:
Prefeitura de Triunfo - PE
Prova:
EDUCA - 2026 - Prefeitura de Triunfo - PE - Engenheiro Agrônomo |
Q4301490
Engenharia Agronômica (Agronomia)
A micropropagação in vitro de clones de palma forrageira
resistentes à cochonilha-do-carmim surge como uma
solução biotecnológica indispensável para contornar a
baixa taxa de multiplicação natural e acelerar a entrega de
material propagativo sadio aos produtores do semiárido.
Contudo, a etapa de aclimatização (transição das plântulas
do ambiente estéril e controlado do laboratório para as
condições de viveiro e campo) é considerada um gargalo
crítico. O Engenheiro Agrônomo responsável por
coordenar um viveiro de produção de mudas clonais deve
compreender as profundas modificações morfofisiológicas
pelas quais as plântulas passam durante essa fase para
garantir uma alta taxa de sobrevivência do estande.
Analise as alternativas abaixo sobre a fisiologia da aclimatização de mudas micropropagadas de palma forrageira.
I. As plântulas de palma cultivadas in vitro desenvolvem-se sob condições de alta umidade relativa, baixa intensidade luminosa e presença de fonte exógena de carbono no meio de cultura. Como consequência, apresentam estômatos com controle fisiológico deficiente de abertura e fechamento, reduzida espessura de cutícula e baixa taxa fotossintética, o que exige um período inicial de sombreamento e controle rigoroso da umidade para evitar a perda letal de água por desidratação foliar logo após o transplante.
II. O substrato utilizado na fase de aclimatização desempenha papel decisivo na arquitetura e funcionalidade do sistema radicular da palma. A incorporação de componentes que promovam alta porosidade, aeração e drenagem eficiente (como a casca de arroz carbonizada ou areia lavada combinadas a composto orgânico) é essencial para evitar a saturação de água e o consequente apodrecimento de raízes recém-formadas.
III. O metabolismo ácido das crassuláceas (mecanismo que permite a fixação noturna de gás carbônico e o fechamento estomático diurno) encontra-se plenamente desenvolvido e funcional nas plântulas de palma desde os estágios iniciais de cultivo em laboratório, de modo que as mudas recémtransplantadas para aclimatização podem ser expostas diretamente à insolação plena e ao deficit hídrico severo sem sofrer estresse oxidativo ou térmico.
IV. O processo de multiplicação por cultivo de tecidos e a posterior aclimatização induzem a reversão somática do caráter de resistência genética ao inseto nas plântulas de palma forrageira, fazendo com que todos os clones originados de plantas-mãe resistentes (como a Orelha de Elefante Mexicana) se tornem obrigatoriamente suscetíveis ao ataque da cochonilha-do-carmim no campo.
Estão CORRETAS:
Analise as alternativas abaixo sobre a fisiologia da aclimatização de mudas micropropagadas de palma forrageira.
I. As plântulas de palma cultivadas in vitro desenvolvem-se sob condições de alta umidade relativa, baixa intensidade luminosa e presença de fonte exógena de carbono no meio de cultura. Como consequência, apresentam estômatos com controle fisiológico deficiente de abertura e fechamento, reduzida espessura de cutícula e baixa taxa fotossintética, o que exige um período inicial de sombreamento e controle rigoroso da umidade para evitar a perda letal de água por desidratação foliar logo após o transplante.
II. O substrato utilizado na fase de aclimatização desempenha papel decisivo na arquitetura e funcionalidade do sistema radicular da palma. A incorporação de componentes que promovam alta porosidade, aeração e drenagem eficiente (como a casca de arroz carbonizada ou areia lavada combinadas a composto orgânico) é essencial para evitar a saturação de água e o consequente apodrecimento de raízes recém-formadas.
III. O metabolismo ácido das crassuláceas (mecanismo que permite a fixação noturna de gás carbônico e o fechamento estomático diurno) encontra-se plenamente desenvolvido e funcional nas plântulas de palma desde os estágios iniciais de cultivo em laboratório, de modo que as mudas recémtransplantadas para aclimatização podem ser expostas diretamente à insolação plena e ao deficit hídrico severo sem sofrer estresse oxidativo ou térmico.
IV. O processo de multiplicação por cultivo de tecidos e a posterior aclimatização induzem a reversão somática do caráter de resistência genética ao inseto nas plântulas de palma forrageira, fazendo com que todos os clones originados de plantas-mãe resistentes (como a Orelha de Elefante Mexicana) se tornem obrigatoriamente suscetíveis ao ataque da cochonilha-do-carmim no campo.
Estão CORRETAS: