No manejo fitotécnico de lavouras de soja e feijão conduzid...
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Ano: 2026
Banca:
EDUCA
Órgão:
Prefeitura de Triunfo - PE
Prova:
EDUCA - 2026 - Prefeitura de Triunfo - PE - Engenheiro Agrônomo |
Q4301488
Engenharia Agronômica (Agronomia)
No manejo fitotécnico de lavouras de soja e feijão
conduzidas sob alto investimento tecnológico e elevada
fertilidade, o crescimento vegetativo excessivo pode se
tornar um fator limitante. Plantas excessivamente altas e
com dossel fechado apresentam maior risco de
acamamento, geram um microclima úmido propício a
doenças fúngicas e criam o chamado efeito "guardachuva", que impede a penetração eficiente de defensivos
agrícolas nas folhas inferiores. Para solucionar esse
problema e aperfeiçoar a arquitetura das plantas, a
engenharia agronômica utiliza reguladores de crescimento
baseados no ácido 2,3,5-triiodobenzoico, uma molécula
que atua modulando a dinâmica dos hormônios vegetais
para favorecer a produtividade de grãos.
Analise as alternativas abaixo sobre a fisiologia, o mecanismo de ação hormonal e os reflexos agronômicos do uso de inibidores de transporte de auxina em leguminosas.
I. O ácido 2,3,5-triiodobenzoico atua fisiologicamente como um inibidor específico do transporte polar de auxina, bloqueando as proteínas carreadoras de efluxo (proteínas PIN) nas membranas celulares e interrompendo o fluxo descendente deste hormônio a partir do meristema apical do caule.
II. A redução no fluxo descendente de auxina diminui a repressão hormonal sobre as gemas axilares, promovendo a quebra da dominância apical e estimulando o desenvolvimento de ramos laterais (engalhamento), o que altera a arquitetura da planta e expande o número de nós reprodutivos por área foliar.
III. O encurtamento dos entrenós provocado por esse regulador de crescimento deve-se ao estímulo direto à síntese endógena de giberelinas ativas na zona de integração e alongamento caulinar, o que acelera o alongamento celular por meio do afrouxamento ácido da parede.
IV. O uso de moduladores da dominância apical baseados em ácido 2,3,5-triiodobenzoico é contraindicado para lavouras de alto vigor vegetativo e solos férteis, visto que o redirecionamento de energia das folhas para os ramos inferiores induz o abortamento em massa de vagens e reduz a produtividade total de grãos.
Estão CORRETAS:
Analise as alternativas abaixo sobre a fisiologia, o mecanismo de ação hormonal e os reflexos agronômicos do uso de inibidores de transporte de auxina em leguminosas.
I. O ácido 2,3,5-triiodobenzoico atua fisiologicamente como um inibidor específico do transporte polar de auxina, bloqueando as proteínas carreadoras de efluxo (proteínas PIN) nas membranas celulares e interrompendo o fluxo descendente deste hormônio a partir do meristema apical do caule.
II. A redução no fluxo descendente de auxina diminui a repressão hormonal sobre as gemas axilares, promovendo a quebra da dominância apical e estimulando o desenvolvimento de ramos laterais (engalhamento), o que altera a arquitetura da planta e expande o número de nós reprodutivos por área foliar.
III. O encurtamento dos entrenós provocado por esse regulador de crescimento deve-se ao estímulo direto à síntese endógena de giberelinas ativas na zona de integração e alongamento caulinar, o que acelera o alongamento celular por meio do afrouxamento ácido da parede.
IV. O uso de moduladores da dominância apical baseados em ácido 2,3,5-triiodobenzoico é contraindicado para lavouras de alto vigor vegetativo e solos férteis, visto que o redirecionamento de energia das folhas para os ramos inferiores induz o abortamento em massa de vagens e reduz a produtividade total de grãos.
Estão CORRETAS: