Mulher de 38 anos procura atendimento psiquiátrico
encaminhada por neurologista. Relata que desde os
20 anos apresenta padrão persistente de
instabilidade nos relacionamentos interpessoais
(alternando entre idealização e desvalorização),
impulsividade (gastos excessivos, promiscuidade
sexual, abuso de álcool em binges), instabilidade
afetiva acentuada com episódios de disforia intensa
durando horas, sentimento crônico de vazio, raiva
intensa e inapropriada, e três episódios de autolesão
não suicida (cortes superficiais em antebraços) nos
últimos dois anos, quando se sente "rejeitada ou
abandonada". Nega episódios maníacos,
hipomaníacos ou depressivos maiores estruturados.
O diagnóstico MAIS adequado, segundo DSM-5-TR,
é: