Uma paciente de 66 anos, casada, do lar, natural de Garanhuns, que havia sido hospitalizada em serviço médico
terciário com dispneia progressiva há 2 meses e derrame pleural e pericárdicos já drenados sem estudo do líquido e
encaminhados à clínica médica para avaliação. Na investigação, relatou que aos 35 anos teve uma hemorragia pósparto. Também descreveu uma amenorreia pós-parto. Ao exame físico, estado geral regular, hipoatividade e
hipotensão (∆PAS 100-80 mmHg x ∆PAD 70-50 mmHg). Pele com turgor e elasticidade reduzidos. Os exames
laboratoriais iniciais mostraram TSH de 0,10 µUI/mL (0,38-5,3) com T4 livre abaixo de 0,4 ng/dL (0,5-1,2), T3 total
de 30 ng/dl (80 e 180 ng/dL) T4 total de 2,5 mcg/dl (4,5 a 12,5 mcg/dl) e T3 reverso de 7,5 ng/dl (8,0 a 34,0 ng/dL). O
quadro clínico e a resposta à hormonioterapia confirmaram a suspeita diagnóstica de hipopituitarismo secundário à
necrose hipofisária após hemorragia pós-parto, confirmado pelos exames. Qual o achado da ressonância magnética
de hipófise nesse caso e devemos nos guiar por qual exame para reposição de levotiroxina nesse paciente?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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