O DSM-5 introduziu o Transtorno da Comunicação Social (Prag...

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Q3914729 Psiquiatria
O DSM-5 introduziu o Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) para classificar dificuldades persistentes no uso social da comunicação verbal e não verbal. Qual característica clínica é essencial para diferenciar o Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) do Transtorno do Espectro Autista (TEA)? 
Alternativas

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Gabarito: B

Fundamento decisivo: O ponto decisivo era identificar que o Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) se diferencia do TEA pela ausência de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.

Tema central: Diagnóstico diferencial entre TCSP e TEA
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque déficits na comunicação social, como dificuldade em seguir regras de conversação, podem ocorrer tanto no Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) quanto no TEA. Portanto, descreve um achado possível, mas não um critério diferencial específico.
B
Certa
A alternativa B está correta porque, no DSM-5, a ausência de padrões de comportamento, interesses ou atividades restritos e repetitivos é o critério que diferencia o Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) do TEA.
C
Errada
Está errada porque deficiência intelectual comórbida não é o marcador essencial que diferencia Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) de TEA.
D
Errada
Está errada porque não existe exigência de início exclusivamente após os 12 anos; no DSM-5, os sintomas tendem a ocorrer no período inicial do desenvolvimento, podendo tornar-se mais evidentes quando aumentam as demandas comunicativas.
Pegadinha da questão
Confundir um déficit que pode aparecer nos dois quadros com o critério diferencial entre eles.
Dica para questões semelhantes
  • Em diagnóstico diferencial, procure o traço exclusivo que separa os quadros.
  • Entre Transtorno da Comunicação Social (Pragmática) e TEA, a presença ou ausência de padrões restritos e repetitivos é o ponto decisivo.
  • Comorbidades não devem ser tratadas como critério diferencial central se a base da questão não as coloca nesse papel.
  • Desconfie de cortes etários arbitrários quando não estiverem previstos na base diagnóstica.

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