Com base nas boas práticas para preenchimento manual de fic...
Gabarito comentado
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Tema central: boas práticas de preenchimento manual de fichas/prontuários odontológicos. Isso envolve identificação inequívoca do paciente, legibilidade, rastreabilidade e valor legal do documento, conforme o Código de Ética Odontológica (CFO) e o Manual de Prontuário do Paciente do Ministério da Saúde. Esses cuidados protegem o paciente, a equipe e dão segurança jurídica (em consonância com a LGPD – Lei 13.709/2018).
Estratégia de prova: desconfie de termos como “apelido”, “abreviações”, “lápis” ou “canetas coloridas”. Procure por expressões que garantem identificação precisa (nome completo) e valor probatório (caneta azul ou preta, letra legível).
Alternativa correta (NÃO recomendada): A – “Identificar por apelido ou abreviações”. Inadequado porque compromete a identificação inequívoca e a segurança do prontuário. Apelidos variam, abreviações podem gerar homônimos/erros e dificultam auditoria e responsabilidade técnica. Diretrizes do Ministério da Saúde e do CFO indicam identificação completa e fidedigna ao documento oficial para validade clínica e legal.
B – Correta (recomendada): identificar o paciente pelo nome completo, conforme documento oficial (RG, CNS, CPF), idealmente associado a outros identificadores (data de nascimento, número do prontuário). Essa prática mitiga erros de identificação e atende às exigências ético-legais e de rastreabilidade.
C – Correta (recomendada): letra legível é requisito de validade e segurança. Anotações inelegíveis inviabilizam o cuidado, a auditoria e a defesa profissional. Boas práticas: evitar rasuras; em correções, traço simples sobre o texto, manter legível, datar e assinar a emenda; não deixar espaços em branco; registrar data e hora; assinar e identificar o profissional com CRO.
D – Correta (recomendada): uso de caneta azul ou preta confere durabilidade, legibilidade e valor probatório. Preto favorece digitalização; azul diferencia original de cópia. Canetas coloridas (vermelho/verde) e lápis devem ser evitados por risco de desbotamento, adulteração e rejei��ão em auditorias.
Pegadinhas comuns: abreviações sem padrão institucional, apelidos, uso de lápis, ausência de assinatura/data, espaços em branco e rasuras. Em prova, marque a opção que quebra a identificação inequívoca ou a valoridade legal do registro.
Referências úteis: Código de Ética Odontológica (CFO); Ministério da Saúde – orientações sobre prontuário do paciente; princípios de registro clínico seguro e LGPD.
Gabarito: A
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