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Q3508110 Farmácia
No contexto do desenvolvimento de vacinas, especialmente na avaliação de potência e toxicidade, a substituição de métodos in vivo por in vitro tem avançado, como destacado por Zhang et al. (2023) e pelas diretrizes da OMS (TRS 927/2005 e 987/2012).

Assinale a alternativa que apresenta um exemplo validado de substituição parcial do teste in vivo na avaliação da potência de vacinas.
Alternativas

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Alternativa correta: E - Quantificação de anticorpos por ELISA.

Tema central: A questão aborda a substituição de métodos in vivo por in vitro nos testes de potência de vacinas, um tema atual e relevante no Controle de Qualidade, pois visa métodos mais éticos, rápidos e reprodutíveis.

Resumo teórico: Testes in vivo utilizam animais para avaliar efeitos de vacinas, como potência e toxicidade. Entretanto, diretrizes internacionais (como a OMS TRS 927/2005 e TRS 987/2012) e estudos científicos (ex: Zhang et al., 2023) incentivam métodos alternativos in vitro, que utilizam sistemas celulares ou moleculares, diminuindo o uso de animais e aumentando a precisão dos resultados.

Justificativa da alternativa correta: O ELISA (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay) é um método in vitro validado que quantifica anticorpos específicos gerados em resposta à vacinação. Em várias vacinas, esse teste substitui (parcialmente ou totalmente) os ensaios de desafio in vivo para avaliar a resposta imune e, consequentemente, a potência do imunobiológico, conforme indicado em diretrizes da OMS.

Análise das alternativas incorretas:

A) Organoides hepáticos para neurotoxicidade – Não se refere à potência nem é método validado para vacinas, além de o órgão analisado (fígado) não ser o alvo para neurotoxicidade.

B) Teste de ativação de monócitos humanos (MAT) – Utilizado para detecção de pirogênios e endotoxinas, não para avaliar potência.

C) Administração em embriões de galinha – Continua sendo um teste in vivo (não substitui animais por métodos celulares ou moleculares).

D) Ensaios de migração celular em 3D – São modelos experimentais para estudos de comportamento celular, não são testes reconhecidos para avaliação de potência vacinal.

Estratégia de resolução: Atenção às palavras-chave do enunciado, como "potência de vacinas" e "substituição parcial do teste in vivo". O ELISA é um dos poucos métodos in vitro reconhecidos internacionalmente nesse contexto. Cuidado com alternativas que confundem finalidade ou método!

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