A reabilitação de pacientes com esclerose múltipla (EM) req...

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Q3157694 Terapia Ocupacional
A reabilitação de pacientes com esclerose múltipla (EM) requer uma abordagem cuidadosa, considerando os múltiplos impactos da doença, como fadiga crônica e déficits motores. Qual intervenção terapêutica seria mais adequada para equilibrar independência funcional e gerenciamento da fadiga nesse paciente?
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Alternativa correta: B

Tema central da questão:
A questão aborda a reabilitação de pessoas com esclerose múltipla (EM), focando especialmente no manejo de fadiga crônica e déficits motores. Exige conhecimento sobre intervenções terapêuticas que promovam autonomia funcional sem agravar os sintomas de fadiga, frequentes nesses pacientes.

Base teórica resumida:
A fadiga é um dos sintomas mais incapacitantes na EM, impactando atividades diárias e a qualidade de vida. A terapia ocupacional recomenda técnicas de conservação de energia, como planejar tarefas, priorizar esforços e adaptar o ambiente, para que o paciente mantenha sua independência sem exaustão. Essas estratégias são reconhecidas por diretrizes internacionais e nacionais como o National Institute for Health and Care Excellence (NICE, 2022) e publicações da ABEM (Associação Brasileira de Esclerose Múltipla).

Justificativa da alternativa B:
A opção B propõe implementar técnicas de conservação de energia, ajustando a rotina para otimizar o desempenho sem sobrecarga. Esta é a estratégia mais indicada para pessoas com EM, pois permite que executem as tarefas essenciais, evitando o agravamento da fadiga e promovendo maior participação nas atividades cotidianas. Isso está perfeitamente alinhado com as boas práticas em terapia ocupacional (ABEM, 2020; NICE, 2022).

Análise das alternativas incorretas:
A: Exercícios de alta intensidade tendem a aumentar a fadiga rapidamente em pacientes com EM, sendo contraindicados sem adaptação.
C: Promover atividades sem pausas agrava a fadiga e prejudica a função, contrariando recomendações.
D: Embora gradatividade seja relevante, intervalos longos de repouso não ensinam conservação de energia efetiva, podendo reduzir o condicionamento e autonomia.
E: Priorizar apenas a recuperação cognitiva ignora que a fadiga na EM tem origem tanto física quanto mental; intervenções físicas devem ser ajustadas, não excluídas.

Dica para concursos:
Busque sempre identificar propostas que personalizam o cuidado e consideram os limites do paciente. Desconfie de alternativas que sugerem extremos (muita intensidade ou muito repouso) e prefira aquelas que abordam adaptação e equilíbrio.

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