A sífilis congênita tem sua incidência de 5 a 10/1000 nascid...

Próximas questões
Com base no mesmo assunto
Q3883466 Medicina
A sífilis congênita tem sua incidência de 5 a 10/1000 nascidos vivos no Brasil. Em gestante, a taxa de transmissão vertical para o feto é de até 80% intraútero. O seguimento de neonatos expostos à sífilis poderá ser realizado na Atenção Básica de Saúde, através do monitoramento de sinais e sintomas sugestivos de sífilis congênita, além do monitoramento laboratorial com teste não treponêmico que, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, deverá ser realizado aos
Alternativas

Gabarito comentado

Confira o gabarito comentado por um dos nossos professores

Gabarito: D

Fundamento decisivo: O enunciado pede o cronograma do teste não treponêmico no seguimento da criança exposta à sífilis, e a base normativa da SBP/PCDT indica 1, 3, 6, 12 e 18 meses de vida; por isso, entre as alternativas, apenas a D corresponde ao calendário cobrado.

Tema central: Seguimento sorológico da sífilis congênita
Análise das alternativas
A
Errada
Errada porque substitui o calendário oficial por periodicidade bimestral inicial e omite o 1º e o 18º meses. O seguimento recomendado começa no 1º mês e inclui 3, 6, 12 e 18 meses.
B
Errada
Errada porque propõe controle mensal até 6 meses, o que não corresponde ao seguimento sorológico da criança exposta, e ainda exclui 12 e 18 meses, que são pontos necessários do esquema. Confunde monitorização frequente com o calendário específico do teste não treponêmico.
C
Errada
Errada porque omite o 1º mês, 12 meses e 18 meses, e inclui 8 meses, que não integra o calendário-padrão. O esquema pedido pela diretriz não é apenas de curto prazo.
D
Certa
A alternativa D corresponde ao seguimento sorológico não treponêmico da criança exposta à sífilis em acompanhamento ambulatorial na Atenção Básica: 1, 3, 6, 12 e 18 meses. Esse é o calendário indicado na base da questão pela SBP e pelos protocolos brasileiros para monitorar a queda de títulos e a negativação do VDRL/RPR. O ponto cobrado aqui é esse seguimento da criança exposta; referências a 24 meses aparecem em alguns documentos para subcenários específicos de recém-nascidos tratados no período neonatal, mas não alteram o esquema-padrão perguntado.
E
Errada
Errada porque troca o controle de 3 meses por 2 meses e acrescenta 24 meses como rotina universal. Pela base, 24 meses pode aparecer em subcenários específicos de RN tratados no período neonatal, mas não é o esquema-padrão cobrado aqui para a criança exposta em seguimento ambulatorial.
Pegadinha da questão
A banca mistura o calendário-padrão da criança exposta em seguimento ambulatorial com esquemas de outros contextos, especialmente controles mais frequentes ou seguimentos que citam 24 meses em subgrupos específicos de RN tratados.
Dica para questões semelhantes
  • Se a pergunta citar SBP ou protocolo brasileiro para criança exposta à sífilis, pense no calendário 1, 3, 6, 12 e 18 meses.
  • No seguimento seriado, o exame-chave é o teste não treponêmico, pois permite acompanhar títulos e negativação.
  • Desconfie de alternativas com periodicidade mensal ou bimestral no primeiro semestre: esse não é o esquema-padrão do VDRL/RPR da criança exposta.
  • A presença de 24 meses só deve ser aceita se a questão delimitar o subcenário específico; como rotina universal do exposto, isso não se sustenta pela base.

Clique para visualizar este gabarito

Visualize o gabarito desta questão clicando no botão abaixo