Da definição de casos de sífilis congênita, o segundo crité...

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Q3454741 Medicina
Da definição de casos de sífilis congênita, o segundo critério discorre sobre todo indivíduo com menos de 13 anos de idade com pelo menos uma das seguintes evidências sorológicas, exceto:
Alternativas

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Gabarito comentado:

Tema central: A questão explora os critérios sorológicos para o diagnóstico de sífilis congênita em menores de 13 anos, conforme definido pelo Ministério da Saúde.

Justificativa da alternativa correta (A):
A opção titulações descendentes (testes não treponêmicos) indica um declínio dos títulos sorológicos após o nascimento, situação esperada em crianças que não foram infectadas ou que receberam terapia adequada. Segundo o Guia de Vigilância em Saúde, “a queda progressiva dos títulos sorológicos sinaliza resolução ou ausência de infecção ativa” (Ministério da Saúde, 2023, Seção 8.5.3). Portanto, não é critério de evidência para diagnóstico de sífilis congênita, justificando ser a exceção correta na questão.

Análise das alternativas incorretas:

B) Testes não treponêmicos reagentes após seis meses de idade (quando não em seguimento) são indicativos de infecção ativa, pois os anticorpos maternos normalmente desaparecem nesse período.

C) Testes treponêmicos reagentes após 18 meses indicam que a criança produziu anticorpos próprios, confirmando infecção, já que os anticorpos passivamente transferidos da mãe declinam até essa idade.

D) Títulos em teste não treponêmico maiores do que os da mãe em lactentes sugerem resposta imunológica própria frente à infecção congênita, sendo critério diagnóstico reconhecido nas diretrizes.

E) Teste não treponêmico reagente associado a pelo menos uma alteração clínica, liquórica ou radiológica são achados compatíveis com sífilis congênita segundo protocolos nacionais e internacionais.

Pontuação de Pegadinhas: O termo “titulação descendente” pode confundir o candidato, pois aparentemente se trata de “sorologia alterada”; porém, trata-se justamente do cenário desejado após o tratamento ou caso não haja infecção, não representando diagnóstico da doença.

Diretriz citada: “Considera-se infecção congênita se houver testes não treponêmicos reagentes após seis meses de idade, testes treponêmicos reagentes após 18 meses, títulos maiores que o da mãe ou alterações clínicas/laboratoriais compatíveis.” (Guia de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, 2023).

Portanto, A é a alternativa correta. Aprender criteriosamente a diferença entre os cenários laboratoriais é fundamental para acertar questões deste perfil!

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