No Brasil, o herpes-zóster não integra a lista nacional de ...

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Q3454739 Medicina
No Brasil, o herpes-zóster não integra a lista nacional de doenças de notificação compulsória, e ainda não se dispõe de uma vigilância epidemiológica instituída para captar oportunamente sua ocorrência, portanto não se tem informações do número de pessoas acometidas anualmente por essa doença. A utilização de IGHAV depende do atendimento de três condições: suscetibilidade, contato significativo e condição especial de risco (BRASIL, 2019). O esquema proposto pelo Ministério da Saúde é:
Alternativas

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TEMA CENTRAL: O foco desta questão é a profilaxia pós-exposição ao vírus varicela-zóster mediante o uso da Imunoglobulina Humana Antivaricela-Zóster (IGHAV), uma medida vital para proteger indivíduos de risco após contato significativo, conforme orientações do Ministério da Saúde.

JUSTIFICATIVA DA ALTERNATIVA CORRETA (E):

De acordo com o Guia de Vigilância em Saúde (MS, 2019) e as principais referências nacionais, o esquema de administração recomendado para IGHAV é:

  • 125 UI por 10 kg de peso corporal
  • Dose máxima de 625 UI
  • Até 96 horas após a exposição

O documento oficial diz: “A imunização passiva com IGHAV deve ser realizada na dose de 125 UI/10 kg de peso, até o máximo de 625 UI, administrada até 96 horas após a exposição” (Guia de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, 2019).

Esse protocolo garante a eficácia da profilaxia, especialmente em imunodeprimidos, gestantes e neonatos, prevenindo quadros graves de varicela.

ANÁLISE DAS ALTERNATIVAS INCORRETAS:

  • A: Dosagem (25 UI/10 kg) e dose máxima (125 UI) inferiores ao recomendado, tornando a proteção ineficaz e não respaldada por protocolos.
  • B: Embora próxima da correta, dosagem (75 UI/10 kg) e dose máxima (325 UI) são insuficientes.
  • C: Apesar da dosagem correta (125 UI/10 kg) e dose máxima (625 UI), limita o período a 72 horas, enquanto o correto são 96 horas.
  • D: Dosagem intermediária (100 UI/10 kg) e dose máxima (500 UI), ambas abaixo do ideal, além de propor janela correta (96h), mas com dose inadequada.

ESTRATÉGIA PARA A PROVA: Atente-se a detalhes como dose exata, limite máximo e tempo pós-exposição; são pontos de pegadinha recorrentes. Sempre confira com protocolos oficiais (MS, sociedades científicas).

REFERÊNCIAS DE APOIO: O uso de IGHAV segue normas do Guia de Vigilância em Saúde (MS) e está alinhado com obras como “Imunizações – SBIm” e recomendações do CDC e UpToDate.

DICA MOTIVACIONAL: Dominar protocolos oficiais é diferencial em concursos para Medicina de Família, pois garante conduta segura e respaldo para atuação no SUS.

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