Após a aprovação da emenda que limita os gastos
públicos, decidiu-se que a saúde terá tratamento
diferenciado, mas este ponto tem gerando embates
entre governistas e oposição desde que foi lançado o
projeto de emenda constitucional. Para 2017, a saúde
terá 15% da Receita Corrente Líquida, que é o
somatório arrecadado pelo governo federal, deduzido
das transferências obrigatórias previstas na
Constituição. A partir de 2018, a área passará a seguir
o critério da inflação (IPCA). O período acima poderia ser reescrito da seguinte
maneira:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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