Uma mulher com 25 anos, primigesta, na 39ª semana de gestação,
encontra-se na segunda fase do trabalho de parto (colo totalmente
dilatado, cabeça fletida, encaixada no plano +2 de De Lee, posição
occipto-púbica, proporção cefalopélvica adequada), em bloco
obstétrico de uma maternidade do Sistema Único de Saúde,
atendida por equipe experiente. A gestante, segundo relatou, havia
planejado parto normal em seu pré-natal, mas após uma hora de
trabalho de parto, entra em exaustão, e as contrações uterinas vão
diminuindo em frequência, mesmo depois de medidas
encorajadoras de esforço. Realiza-se anestesia neuroaxial, é
administrada ocitocina, sendo realizada amniotomia, que revelou
líquido meconial. A cardiotocografia apresenta resultado normal,
razão pela qual a equipe médica decide aguardar a progressão do
parto, porém, com 2 horas e meia de trabalho de parto, nova
cardiotocografia aponta bradicardia, e as contrações não se revelam
eficientes para a conclusão do período expulsivo.
A partir do caso clínico descrito, qual deve ser a melhor conduta?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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