Na fase crônica da doença de Chagas, o diagnóstico é essenci...

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Q2003015 Medicina
Na fase crônica da doença de Chagas, o diagnóstico é essencialmente sorológico e deve ser realizado utilizando-se um teste com elevada sensibilidade em conjunto com outro de alta especificidade. O teste que não é mais utilizada pelos laboratórios da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) é:
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Tema central: O diagnóstico da fase crônica da doença de Chagas é eminentemente sorológico, sendo fundamental para o manejo clínico adequado. Nessa fase, a parasitemia é baixa e métodos diretos perdem eficácia, por isso utilizam-se testes sorológicos para detectar anticorpos específicos contra o Trypanosoma cruzi.

Justificativa da alternativa correta (B): A Reação de Fixação de Complemento (RFC) foi um dos métodos pioneiros para o diagnóstico sorológico da doença de Chagas. No entanto, apresenta baixa sensibilidade, necessidade de reagentes frescos e alta incidência de reações falso-positivas, além de maior complexidade laboratorial. Todos esses fatores levaram à sua substituição nos laboratórios do SUS. Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Doença de Chagas, o uso de RFC não é mais recomendado, sendo preferidos testes mais modernos, como ELISA, hemaglutinação indireta, quimioluminescência e imunofluorescência indireta.

Análise das alternativas incorretas:

A) Método imunoenzimático (ELISA): Trata-se de um dos testes de escolha atualmente na rede pública devido à sua alta sensibilidade e especificidade.

C) Quimioluminescência: Também utilizado na rotina laboratorial do SUS, especialmente em centros com maior complexidade, pelo seu alto desempenho diagnóstico.

D) Hemaglutinação indireta (HI): Previsto no PCDT para Doença de Chagas, permanece como método apropriado e disponível no SUS, frequentemente utilizado em conjunto com outros ensaios (como ELISA) para maior confiabilidade.

Dicas de prova e pegadinhas: Questões como esta avaliam conhecimento sobre métodos diagnósticos em evolução. Fique atento a termos como “não é mais utilizado”, buscando identificar técnicas historicamente importantes, mas já obsoletas. A referência a “alta sensibilidade e especificidade” reforça que os métodos atuais devem ser valorizados frente aos antigos.

Diretrizes relevantes: Como indicado no PCDT para Doença de Chagas, seção de diagnóstico laboratorial: “Recomendamos a combinação de dois testes sorológicos baseados em princípios distintos ou com diferentes preparações antigênicas, podendo ser ELISA, IFI, HAI, CLIA ou WB…” Disponível nas literaturas Harrisons, UpToDate e protocolos do Ministério da Saúde.

Resumo para fixação: B) Reação de fixação de complemento é a resposta correta pois, apesar de histórica, não faz mais parte do arsenal diagnóstico do SUS para doença de Chagas crônica. Domine os métodos atuais e evite apegos a técnicas antigas em provas.

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A resposta correta é a alternativa B - Reação de fixação de complemento. Na fase crônica da doença de Chagas, o diagnóstico é essencialmente sorológico e deve ser realizado utilizando-se um teste com elevada sensibilidade em conjunto com outro de alta especificidade. O método imunoenzimático (ELISA), a quimioluminescência e a hemaglutinação indireta (HI) são testes utilizados pelos laboratórios da rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para detecção de anticorpos contra o Trypanosoma cruzi. No entanto, a reação de fixação de complemento não é mais utilizada pelos laboratórios da rede do SUS devido à sua baixa sensibilidade em relação aos demais testes.

teste do machado guerreiro

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