A importância e o valor dos usos da linguagem são
determinados historicamente segundo as demandas sociais de
cada momento. Atualmente, exigem-se níveis de leitura e de
escrita diferentes dos que satisfizeram as demandas sociais até
há bem pouco tempo e tudo indica que essa exigência tende a
ser crescente. A necessidade de atender a essa demanda
obriga à revisão substantiva dos métodos de ensino e à
constituição de práticas que possibilitem ao aluno ampliar sua
competência discursiva na interlocução. Nessa perspectiva, não
é possível tomar como unidades básicas do processo de ensino
as que decorrem de uma análise de estratos letras/fonemas,
sílabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados,
são normalmente tomados como exemplos de estudo
gramatical e pouco têm a ver com a competência discursiva.
Dentro desse marco, a unidade básica do ensino só pode ser o
texto.
BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: 3º e 4º ciclos do Ensino
Fundamental. Língua Portuguesa. Brasília, 1998, p. 23.
O texto 4 direciona para uma revisão metodológica do
ensino da língua portuguesa, de modo que o ensino do
idioma se afaste do estudo de unidades
descontextualizadas em favor do texto como unidade básica
de comunicação. Esse direcionamento, que possui
alinhamento com a Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), tem como meta
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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