Cortella (2011) argumenta que dependemos profundamente de processos educativos para nossa sobrevivência, não carregamos carga genética para produção da
existência e, por isso, a educação é instrumento basilar para nós. Ela apresenta-se em sua forma vivencial
e espontânea e, também, na intencional e sistemática,
representada hoje, majoritariamente, pela escola e, cada
vez mais, pela mídia. O autor pondera que concepções
e práticas são indissociáveis no ser humano e que a
compreensão que educadores tenham do conhecimento
podem favorecer ou, então, prejudicar seu trabalho de
educar. Nesse sentido, o autor preocupa-se com o fato
de uma parcela significativa dos educadores carregar
concepções equivocadas e, por vezes, preconceituosas,
sobre a natureza do conhecimento, e em relação à realidade, o que pode inviabilizar uma educação verdadeira.
Tais equívocos, de acordo com Cortella, devem-se
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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