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Q2088685 Direitos Humanos
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Todos os direitos humanos são universais, interdependentes, indivisíveis e inter-relacionados. “O documento sobre direitos humanos nas áreas de orientação sexual e identidade de gênero, que afirmam normas jurídicas internacionais vinculantes, que devem ser cumpridas por todos os Estados, que prometem um futuro diferente, onde todas as pessoas, nascidas livres e iguais em dignidade e prerrogativas, possam usufruir de seus direitos, que são natos e preciosos”, denomina-se:
Alternativas

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Interpretação do Tema:
A questão aborda o reconhecimento e proteção dos direitos humanos das pessoas LGBTQIA+, especificamente por meio de normas internacionais. A referência é ao documento internacional que serve de base para políticas de proteção e combate à discriminação por orientação sexual e identidade de gênero.

Legislação Aplicável:
Destaca-se a Constituição Federal de 1988, Art. 5º, caput: "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...", e inciso XLI: "A lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais." Além disso, o STF reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo (ADPF 132; ADI 4277) e a criminalização da homofobia (ADO 26; MI 4733).

Explicação do Tema Central:
Os Princípios de Yogyakarta são um conjunto de diretrizes adotadas mundialmente para aplicar a legislação internacional de direitos humanos em relação à orientação sexual e identidade de gênero. Eles afirmam direitos como igualdade, não discriminação e liberdade, tendo como base a universalidade e indivisibilidade dos direitos humanos.

Exemplo Prático:
Imagine um país em que leis impedem pessoas trans de registrar o gênero que se identificam. De acordo com os Princípios de Yogyakarta, tal restrição viola normas internacionais e o direito à identidade, devendo ser superada para garantir igualdade.

Justificativa da Alternativa Correta (D):
Princípios de Yogyakarta são reconhecidos globalmente como referência normativa para proteção dos direitos LGBTQIA+. Eles são citados em tratados, decisões judiciais e documentos da ONU, baseando-se em normas jurídicas internacionais e princípios de igualdade e dignidade humana.

Análise das Alternativas Incorretas:
A) Diretrizes cidadãs: termo genérico, sem vínculo internacional.
B) Acordo de Matura: inexistente no contexto de direitos humanos.
C) Princípios de Chetumal: igualmente inexistente.
E) Diretrizes de Humanização Coletiva: sem referência ou reconhecimento legal.

Pegadinhas e Estratégia:
A pegadinha consiste em apresentar nomes inventados. Fique atento à nominação correta de documentos internacionais – memorizando “Yogyakarta” como referência de direitos LGBTQIA+.

Referência Doutrinária:
Flávia Piovesan (Direitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional) reforça a aplicação dos Princípios de Yogyakarta na proteção das minorias sexuais.

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Os Princípios de Yogyakarta são um documento sobre direitos humanos nas áreas de orientação sexual e identidade de gênero, publicado em novembro de 2006 como resultado de uma reunião internacional de grupos de direitos humanos na cidade de Joguejacarta (em indonésio: Yogyakarta), na Indonésia. /Fonte: Jusbrasil.

fui na D, apertei A leseraaaaaaaaaaaaa

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