A sífilis continua sendo sério problema de saúde pública no...
A sífilis continua sendo sério problema de saúde pública no Brasil, embora possa ser controlada com sucesso por meio de ações e medidas de programas de saúde pública, testes diagnósticos sensíveis e tratamento efetivo e de baixo custo.
Sobre a sífilis na gravidez tem-se que
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Tema central: A questão aborda a sífilis na gestação, com ênfase nos critérios para definição de sífilis congênita e nas condutas segundo protocolos oficiais.
Comentando a alternativa correta (B):
A notificação de sífilis congênita considera se a gestante recebeu “tratamento adequado”. Segundo o Guia de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, (Seção Sífilis Congênita): “Todo recém-nascido, natimorto ou aborto de mulher com sífilis não tratada ou tratada de forma não adequada” é caso de sífilis congênita. O tratamento do parceiro, embora fundamental para controle da cadeia de transmissão e reinfecção materna, não interfere na definição do caso para o recém-nascido. Portanto, a ausência de tratamento do parceiro NÃO torna o RN um caso de sífilis congênita, tornando a assertiva B incorreta.
Analisando as alternativas incorretas:
A) Cuidado! A frequência da testagem não é a cada trimestre rotineiramente: recomenda-se triagem no 1º trimestre, no início do 3º trimestre e no parto ou em situações de risco. O risco de transmissão vertical depende mais do estágio da doença do que do trimestre gestacional.
C) A elevação de títulos do VDRL em 4 vezes indica falha terapêutica ou reinfecção, jamais “cicatriz sorológica”, que é a queda ou manutenção do título baixo após tratamento de sucesso.
D) Os testes não-treponêmicos (VDRL/RPR) geralmente negativam após tratamento efetivo, embora possam permanecer baixos (“cicatriz sorológica”). Os que podem permanecer positivos indefinidamente são os treponêmicos (FTA-Abs, TPHA).
E) O tratamento materno só é considerado adequado se concluído pelo menos 30 dias antes do parto (e não 7 dias), segundo o Ministério da Saúde.
Estratégia de prova: Busque palavras absolutas (“sempre”, “nunca”), atenção ao que as diretrizes realmente exigem para definição de caso, e desconfie de detalhes temporais (como “7 dias”) que frequentemente aparecem como pegadinha.
Resumo: Para definir sífilis congênita, avalie sempre o tratamento materno; o tratamento da parceria sexual não determina o diagnóstico do recém-nascido, segundo diretriz oficial (Guia de Vigilância em Saúde/MS, p.84).
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Comentários
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vejo a d opçao coreta
Essa questão deve ser anulada, pois não considera-se mais, atualmente, o tratamento do parceiro, Sera considerado suspeito de Sífilis congênita os RNs de mães não adequadamente tratadas até 30 dias antes do parto, independente do tratamento do parceiro.
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