Os tumores pediátricos de fossa posterior mais comuns são:
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Tema central: Os tumores de fossa posterior são os tumores intracranianos pediátricos mais frequentes, especialmente na faixa etária pré-adolescente. O conhecimento de suas características epidemiológicas e clínicas é fundamental para a atuação do neurocirurgião em situações de emergência ou programação cirúrgica.
Justificativa da alternativa correta (E): A alternativa E (astrocitoma pilocítico de cerebelo, meduloblastoma e ependimoma) está correta, pois representa os três tumores mais comuns da fossa posterior em crianças:
- Astrocitoma pilocítico do cerebelo: Tumor de baixo grau, geralmente de evolução lenta, é o astrocitoma infantil mais frequente e ocorre, classicamente, no cerebelo.
- Meduloblastoma: Tumor maligno mais comum da fossa posterior pediátrica, altamente agressivo e com predileção pelo cerebelo. Segundo o Manual MSD: “Meduloblastomas são tumores infantis invasivos e de crescimento rápido desenvolvidos na fossa posterior”.
- Ependimoma: Terceiro tumor mais prevalente na fossa posterior. Eles originam-se frequentemente perto do assoalho do IV ventrículo.
Referências clássicas, como Harrison’s Principles of Internal Medicine e protocolos da Sociedade Brasileira de Pediatria, reforçam que estes são os tumores de eleição na fossa posterior pediátrica.
Análise das alternativas incorretas:
- A: Hemangioblastoma é raro em crianças; ocorre mais em adultos e em síndrome de Von Hippel-Lindau.
- B: O ependimoblastoma é muito raro e o termo encontra-se em desuso; o astrocitoma de tronco cerebral é frequente, porém menos comum na fossa posterior global em relação aos outros citados na alternativa E.
- D: Papiloma de plexo coroide é raro na fossa posterior; ependimoblastoma, novamente, não deve ser listado.
- C: Astrocitoma de tronco cerebral é comum, porém seu volume epidemiológico é inferior ao do astrocitoma pilocítico cerebelar nessa região.
Pegadinha clássica: Fique atento à substituição de “astrocitoma pilocítico” por “astrocitoma de tronco” e à presença de tumores raros (como hemangioblastoma) nas alternativas – são erros frequentemente cobrados para testar memorização crítica.
Mensagem final: O domínio da epidemiologia dos tumores do SNC pediátrico é essencial para acertar questões desse tema. Lembre-se: astrocitoma pilocítico, meduloblastoma e ependimoma são a tríade clássica da fossa posterior na infância.
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