No dia 24 de julho de 2010, o jornal "O Estado de S. Paulo" ...

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Q76211 Atualidades
No dia 24 de julho de 2010, o jornal "O Estado de S. Paulo" informava que "mais cinco presos políticos libertados pelo regime de Raúl Castro" haviam chegado "a Madri, unindo-se aos 15 dissidentes já soltos por Cuba nas duas últimas semanas".

O governo de Havana se comprometeu a libertar um total de 52 presos em virtude de
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Alternativa correta: D - acordo com a Igreja Católica de Cuba.

Tema central da questão: A questão aborda um evento específico da história recente de Cuba, relacionado à libertação de presos políticos em 2010. Este tema é relevante pois reflete a dinâmica política e diplomática de Cuba, um país com forte influência na geopolítica da América Latina. Para resolver questões como esta, é importante entender o papel das organizações internacionais e religiosas na mediação de conflitos e na promoção dos direitos humanos.

Resumo teórico: Em 2010, o governo cubano, sob a liderança de Raúl Castro, iniciou um processo de libertação de presos políticos. Este movimento foi facilitado por negociações envolvendo a Igreja Católica de Cuba e o governo espanhol. A Igreja desempenhou um papel crucial como mediadora, ajudando a estabelecer um diálogo entre os dissidentes presos e o governo cubano. A libertação desses presos foi vista como um passo significativo para a melhoria das relações diplomáticas de Cuba com outros países e para a promoção dos direitos humanos na ilha.

Justificativa para a alternativa correta: A alternativa D está correta porque a libertação dos presos políticos cubanos foi resultado de um acordo mediado pela Igreja Católica, com apoio do governo espanhol. O Cardeal Jaime Ortega, da Igreja Católica de Cuba, teve um papel de destaque nessas negociações, visando melhorar as condições de direitos humanos em Cuba e aliviar a pressão internacional sobre o regime cubano.

Análise das alternativas incorretas:

  • A - Negociação articulada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva: Não há registros históricos ou documentais que indiquem que o governo brasileiro, na figura de Lula, tenha mediado diretamente a libertação desses presos.
  • B - Compromisso assumido pelo presidente Barak Obama de deixar Guantánamo: Embora Guantánamo seja uma questão relevante nas relações EUA-Cuba, ela não está diretamente relacionada com a libertação destes presos.
  • C - Promessa de Fidel Castro ao presidente Hugo Chávez, da Venezuela: Este cenário é implausível, pois não há evidências de que tal promessa tenha sido feita em relação à libertação de presos políticos.
  • E - Parecer da Corte Internacional de Justiça: A Corte Internacional de Justiça não emitiu parecer sobre esta questão específica de Cuba, e sua competência geralmente não abrange decisões de libertação de presos políticos a menos que envolvam crimes de guerra ou genocídio.

Estratégia para interpretação: Ao abordar questões de atualidades, especialmente envolvendo diplomacia ou questões internacionais, identifique as palavras-chave no enunciado que apontam para eventuais mediadores ou influências externas. Observe também as entidades ou indivíduos mencionados, verificando seu papel nas relações internacionais ou em eventos históricos significativos. Relacione essas informações com o contexto apropriado para evitar as "pegadinhas" presentes nas alternativas.

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Espanha recebe mais cinco ex-prisioneiros cubanos 23 de julho de 2010 Cinco ex-prisioneiros políticos cubanos se juntaram hoje aos 15 já libertados anteriormente pelo governo de Cuba. Blas Giraldo Reyes Rodríguez, Jorge Luis González Tanquero, José Ubaldo Izquierdo Hernández, Antonio Ramón Díaz Sánchez e Jesús Mustafa são parte do grupo de 52 presos que o governo de Raúl Castro se comprometeu a libertar em virtude de um acordo com a Igreja Católica local. Os 20 dissidentes enviados para a Espanha nas duas últimas semanas são os que inicialmente se manifestaram favoráveis a deixar Cuba. Mas o governo espanhol não descartou a possibilidade da chegada de mais ex-prisioneiros nos próximos dias. Os cubanos, acompanhados por cerca de 100 familiares, estão distribuídos em pontos diferentes do país. Várias organizações sociais se encarregam de providenciar alojamento e alimentação enquanto tramita no governo a emissão de suas permissões de residência e trabalho. Os cubanos libertados fazem parte do chamado "Grupo dos 75", detidos e condenados em 2003 sob a acusação de receber dinheiro e orientação dos Estados Unidos e de seus aliados para destruir a revolução cubana. Fonte: Estadão

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