Um paciente de 48 anos, digitador, procura o serviço de fisioterapia com quadro de dor
e travamento persistente no terceiro quirodáctilo da mão dominante, diagnosticado
clinicamente como dedo em gatilho. Ele relata receio de realizar infiltrações ou cirurgia e
deseja saber qual a melhor abordagem conservadora fundamentada em evidências. Qual
deve ser a conduta e a orientação do fisioterapeuta?