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Q854218 Português
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Gabarito: D

Fundamento decisivo: Como o comando pede a forma INCORRETA, deve-se selecionar D, que emprega s onde a grafia normativa do verbo exige z.

Tema central: Grafia verbal com s ou z
Análise das alternativas
A
Errada
Paralisar é a grafia normativa, com s. Portanto, A não apresenta o erro solicitado. Seria indevido substituir essa letra por z supondo que todos os verbos apresentados devam terminar graficamente em -izar.
B
Errada
Comercializar está corretamente grafado e se forma sobre comercial com o sufixo -izar. A presença de comércio no par não torna o verbo incorreto: o comando não exige derivação direta do substantivo apresentado.
C
Errada
Ironizar, relacionado a ironia e formado com -izar, está corretamente escrito com z. A grafia com s de paralisar não pode ser estendida a esse verbo.
D
Certa
D deve ser marcada porque emprega s em catequisar, contrariando a grafia normativa catequizar. A relação de sentido com catequese não autoriza conservar automaticamente essa consoante no verbo. O problema é ortográfico, não de conjugação.
Pegadinha da questão
A proximidade entre catequese e catequisar induz à conservação indevida do s no verbo. Além disso, o comando pede a forma incorreta: as formas corretamente grafadas devem ser descartadas.
Dica para questões semelhantes
  • Não conserve automaticamente no verbo o s do substantivo relacionado: catequese e catequizar têm grafias diferentes nesse ponto.
  • Não generalize a terminação -izar para todos os verbos: paralisar é escrito com s.
  • Considere a base de formação efetiva: comercializar forma-se sobre comercial, embora esteja relacionado a comércio.

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Comentários

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JACKCELINE, VOU TENTAR EXPLICAR.

USA-SE "IZAR e IZAÇÃO" QUANDO FOR FORMA UM VERBO OU SUBSTANTIVO.

EX: CANAL-CANALIZAR-CANALIZAÇÃO

USA-SE "ISA" QUANDO FOR PROFISSÃO FEMMININA (OCUPAÇÃO)

EX: PAPISA

LETRA "D"

As palavras são divididas em dois grandes processos de formação. O primeiro deles é o que envolve a composição.  Palavra composta é aquela que apresenta, no mínimo, dois radicais.  Como esses radicais se juntam é o que orienta a classificação de palavras compostas justapostas e aglutinadas. Veja só.

1) Composição por justaposição. Na união, os radicais não sofrem qualquer alteração em sua estrutura.  Eis alguns exemplos:

pontapé (ponta + pé)  lava-roupa (lava + roupa)

2) Composição por aglutinação. Na junção, pelo menos um dos radicais sofre alteração em sua estrutura. Eis alguns exemplos:

embora (em boa hora)   planalto (plano alto)

Síntese Teórica – Palavras Derivadas

  Palavras derivadas são aquelas que apresentam prefixo e/ou sufixo.  Vejamos como podem ser classificadas.

1) Derivação prefixal: acréscimo de um prefixo à palavra.  Exemplos: desfazer, infiel, contraindicar.

2) Derivação sufixal: acréscimo de um sufixo à palavra. Exemplos: lealdade, felizmente, mulheraça.

3) Derivação prefixal e sufixal: em momentos distintos, prefixo e sufixo se agregaram à palavra.  É importante perceber que, ao retirarmos um deles, o restante da palavra existe na língua.  Veja só:

 infelizmente 

Existe, por exemplo, a palavra “infeliz”.

4) Derivação parassintética: ao mesmo tempo, prefixo e sufixo se agregaram à palavra.  É importante perceber que, ao retirarmos qualquer um deles alternadamente, a palavra não existe.  Noutras palavras, a palavra só existe com ambos os afixos ou sem ambos os afixos.

envelhecer

Não existe “velhecer”, nem “envelh”.

Síntese Teórica – Outros processos

1) Derivação regressiva: em geral, são substantivos abstratos derivados de infinitivos por diminuição.  Veja só: grito vem de gritar, abraço vem de abraçar, etc.

  Obs.: Alguns gramáticos arrolam como derivação regressiva alguns casos, todos reflexos da linguagem coloquial, de supressões de sufixos reais ou aparentes de algumas palavras.  Veja só: estranja (estrangeiro), japa (japonês), china (chinês), rebu (rebuliço), etc.

2) Derivação imprópria ou conversão: É o processo pelo qual as palavras, num contexto específico, mudam de classe, sem alterar a forma.  Veja só:  O talvez não existe para os bons. 

  Observe que, na frase acima, o advérbio “talvez” e o adjetivo “bons” foram substantivados.

3) Onomatopeia: É a palavra que reproduz aproximadamente certos sons ou ruídos: reco-reco, fonfom, cacarejar, traque.

4) Abreviação ou redução: É a redução da palavra até o limite permitido pela compreensão: moto (motocicleta), pneu (pneumático), metro (metropolitano), extra (extraordinário), etc.

5) hibridismo: É formação de palavras com elementos de línguas diferentes: sociologia (latim e grego), automóvel (grego e latim) televisão (grego e latim), sambódromo (africano e grego).

 

Autor: Arenildo Santos

Jackceline Dias Pacheco, logo vc q falou de ortografia; moça, NADA A VER......o q vc escreveu, NADA HAVER, não tem NADA A VER

gab d. catequizar

catequese - catequizar.

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