Mulher de 76 anos relata desconforto torácico há 6 horas.
Ela tem histórico de hipertensão, hiperlipidemia, diabetes
mellitus tipo 2 e doença arterial coronariana prévia, tendo
sido submetida a implante de stent na artéria descendente anterior esquerda proximal há 4 meses. Os medicamentos atuais são: aspirina em baixa dose, clopidogrel,
atorvastatina, metoprolol e lisinopril. Ao chegar ao pronto-
-socorro, a paciente parece angustiada, com dor torácica;
pressão arterial: 126 x 72 mmHg; frequência cardíaca:
108 bpm; frequência respiratória: 24 irpm; SatO2
de 91%
com cânula nasal de 2 L/min; pressão venosa jugular:
8 cmH2O; tórax: há estertores bilaterais em 1/3 inferior;
cardíaco: B1 e B2 normais, presença de B3 e ausência
de sopro. O ECG revela nova depressão do segmento
ST e inversão da onda T nas derivações precordiais. A
radiografia de tórax revela congestão pulmonar. A troponina I está em 6 ng/mL (normal: até 0,1). Após receber
aspirina, ticagrelor, heparina, morfina, furosemida intravenosa e nitroglicerina parenteral, o desconforto torácico
melhorou.
Em seguida, a estratégia mais adequada é:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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