No primeiro parágrafo, o texto faz referência ao “...reforço...

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Q4233263 Português

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Publicidade de bets começa a ter aviso sobre risco de

dependência e perdas



    As empresas de apostas esportivas online, as chamadas bets, estão tendo que se enquadrar em regras mais duras de publicidade, anunciou o ministro da Fazenda, Dario Durigan. As novas normas passaram a valer desde o último dia 17 de julho. As medidas incluem a obrigatoriedade de advertências nas campanhas publicitárias, restrições às estratégias de marketing e o reforço da fiscalização sobre empresas que atuam de forma irregular.


    Uma das portarias determina que toda publicidade de empresas autorizadas seja acompanhada de mensagens de advertência semelhantes às utilizadas em propagandas de cigarros, bebidas alcoólicas e medicamentos. As campanhas devem exibir uma das seguintes mensagens:


• “Ministério da Fazenda adverte: apostar faz você perder dinheiro”;

• “Ministério da Fazenda adverte: apostar pode causar dependência”;

• “Ministério da Fazenda adverte: aposta não é investimento”.

    A segunda portaria, elaborada em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, estabelece novas restrições para as campanhas das empresas autorizadas. Entre as medidas está a proibição de apresentar apostas como forma de investimento ou ganho fácil de dinheiro, de criar senso de urgência para estimular apostas e de utilizar comentaristas, especialistas ou influenciadores para induzir o público a apostar. As novas regras ainda proíbem a divulgação de históricos de premiações ou resultados anteriores capazes de induzir apostas.


    “Todos os canais estão sujeitos a essas regras. Todo comentarista está proibido de induzir. Os comentaristas ou especialistas que comentam jogos ou mesas-redondas têm, de algumas pessoas, um tom de autoridade e, ao passar uma informação, também induzem ao jogo”, afirmou o ministro.


    Segundo o Ministério da Fazenda, o objetivo das novas medidas é reduzir práticas publicitárias consideradas abusivas, ampliar a proteção ao consumidor e reforçar o combate ao mercado ilegal de apostas no Brasil.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-

07/publicidade-de-bets-tera-aviso-sobre-risco-de-dependencia-e-

perdas (adaptado)

No primeiro parágrafo, o texto faz referência ao “...reforço da fiscalização sobre empresas que atuam de forma irregular. Sintaticamente, o pronome relativo sublinhado desempenha o papel de:
Alternativas

Gabarito comentado

Confira o gabarito comentado por um dos nossos professores

Gabarito: D

Fundamento decisivo: No trecho "empresas que atuam de forma irregular", o elemento decisivo é que "que" é pronome relativo e, na oração que introduz, exerce a função sintática de sujeito do verbo "atuam". Isso elimina as alternativas que o tratam como conjunção, adjunto adverbial ou objeto direto e confirma a letra D.

Tema central: Pronome relativo sujeito
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque desloca o pronome para fora da oração em que ele realmente atua. No trecho, não há a forma verbal "fiscalizar" ligada a "que" como complemento. Em "fiscalização sobre empresas que atuam de forma irregular", o pronome integra a oração relativa e não funciona como objeto direto.
B
Errada
Está errada porque o valor de modo pertence à locução "de forma irregular", não ao pronome "que". O pronome apenas retoma "empresas" e ocupa a função sintática de sujeito de "atuam".
C
Errada
Está errada porque "que" não introduz oração substantiva subjetiva. Nesse trecho, ele tem antecedente expresso, "empresas", e introduz uma oração adjetiva restritiva; por isso, é pronome relativo, não conjunção subordinativa integrante.
D
Certa
A alternativa D está correta porque o termo sublinhado é pronome relativo, já que retoma "empresas", e aparece dentro da oração adjetiva restritiva "que atuam de forma irregular". Nessa oração, ele retoma o antecedente e funciona como sujeito do verbo "atuam".
Pegadinha da questão
A banca explora duas confusões reais: tratar todo "que" como conjunção e atribuir ao pronome o valor adverbial de "de forma irregular". O ponto correto é analisar "que" dentro da oração relativa "que atuam de forma irregular".
Dica para questões semelhantes
  • Verifique se o "que" retoma um substantivo anterior; se retoma, há forte sinal de pronome relativo.
  • Analise a função do termo dentro da oração introduzida por ele, não na oração principal.
  • Separe a função sintática do pronome do valor semântico de expressões vizinhas, como locuções adverbiais.
  • Se a oração caracteriza um nome antecedente expresso, ela é adjetiva, não substantiva.

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