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Q4407647 Terapia Ocupacional

Um adolescente de 15 anos com TEA, acompanhado no CEIDITEA, comunica preferências e compreende orientações concretas. No Projeto Terapêutico Individualizado (PTI), um dos objetivos é ampliar sua participação em atividades da comunidade. Ele manifesta o desejo de realizar, sem acompanhante, o trajeto de aproximadamente 700 metros entre a escola e a biblioteca do bairro. O percurso é conhecido e possui semáforos em dois cruzamentos.

Nas últimas seis semanas, realizou oito treinos com o pai. Em seis deles, completou o trajeto seguindo o roteiro visual e respeitando os cruzamentos. Em duas ocasiões, entretanto, uma obra alterou temporariamente a calçada e o adolescente seguiu adiante sem utilizar a rota alternativa previamente combinada, sendo necessário que o pai interviesse antes de sua aproximação à via. A terapeuta ocupacional relata bom desempenho em trajetos previsíveis e recomenda ampliar o treinamento para situações de alteração do percurso. A família reconhece a evolução, mas manifesta preocupação com a realização do trajeto desacompanhado. O adolescente mantém o desejo de desenvolver maior autonomia. Não há condição clínica que contraindique a atividade.

Considerando os dados funcionais, o objetivo de autonomia, a segurança no deslocamento, a participação do adolescente nas decisões e a articulação entre família e equipe multiprofissional, qual é a conduta pediátrica mais adequada? 

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