Uma cooperativa de trabalhadores portuários avulsos foi cri...
O que ocorre com o trabalhador portuário avulso associado a uma cooperativa para atuar como operador portuário?
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: Lei nº 9.719/1998, art. 3º, II e § 1º: “Art. 3º O órgão gestor de mão-de-obra manterá o registro do trabalhador portuário avulso que: [...] II - constituir ou se associar a cooperativa formada para se estabelecer como operador portuário, na forma do art. 17 da Lei nº 8.630, de 1993. § 1º Enquanto durar a cessão ou a associação de que tratam os incisos I e II deste artigo, o trabalhador deixará de concorrer à escala como avulso.” No caso, o trabalhador portuário avulso associado à cooperativa para atuar como operador portuário deixa de concorrer à escala como avulso enquanto durar a associação.
- Separe sempre os efeitos jurídicos de registro e de escalação: a lei pode manter um e suspender o outro.
- Quando a questão trouxer trabalhador portuário avulso associado a cooperativa para atuar como operador portuário, procure a regra específica do art. 3º, § 1º, da Lei nº 9.719/1998.
- Desconfie de alternativas que acrescentem efeitos não previstos na lei, como prioridade de escala, transformação automática em empregado ou mudança obrigatória de função.
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