“[...] construção social forjada nas tensas relações
entre brancos e negros, muitas vezes simuladas
como harmoniosas, nada tendo a ver com o
conceito biológico [...] cunhado no século XVIII e
hoje sobejamente superado. Cabe esclarecer que
[esse termo] é utilizado com frequência nas
relações sociais brasileiras, para informar como
determinadas características físicas, como cor de
pele, tipo de cabelo, entre outras, influenciam,
interferem e até mesmo determinam o destino e o
lugar social dos sujeitos no interior da sociedade
brasileira”. Segundo as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações ÉtnicoRaciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira e Africana, esse é o conceito de: