O manejo do refluxo vesicoureteral (RVU) continua evoluindo, com médicos muitas vezes se confrontando com informações contraditórias sobre os resultados de terapias
médicas, cirúrgicas e endoscópicas, e a eficácia de profilaxia antibiótica contínua (PAC). Além disso, o papel do
rastreamento foi considerado importante na detecção de
uma população de risco e permitiu um tratamento a tempo
de se evitar uma evolução desfavorável associada ao refluxo. No manejo dos pacientes portadores de RVU recomenda-se