Nas últimas quatro décadas, as áreas urbanas no Brasil
cresceram 2,5 vezes, tendo passado de 1,8 milhão de hectares em
1985 para 4,5 milhões de hectares em 2024, ou 0,5% do território
nacional — um aumento médio de cerca de 70 mil hectares ao
ano. Já as áreas urbanizadas em altas declividades aumentaram
mais de 3 vezes no mesmo período. Em 1985 eram 14 mil
hectares; em 2024, 43,4 mil. Desse total, 40,5 mil hectares estão
em áreas urbanas da Mata Atlântica. O MapBiomas também
calculou a área de favelas que se encontram em terrenos com alta
declividade. Eram 2.266 hectares em 1985 e 5.704 hectares em
2024 — um aumento de mais de 150% (3.438 hectares). Rio de
Janeiro lidera, com 1.730 hectares, seguido por São Paulo (1.061)
e Minas Gerais (1.057).
A partir do fragmento de texto apresentado anteriormente, que
problematiza a questão da urbanização brasileira, do crescimento
das favelas e da ausência de planejamento ambiental nesse
contexto, julgue os itens a seguir, referentes a conhecimentos
sobre geomorfologia aplicada ao planejamento ambiental.
A geomorfologia aplicada ao planejamento ambiental é
fundamental para o entendimento, a prevenção e a mitigação
da erosão, de deslizamentos e de enchentes em áreas
densamente povoadas e com declividade acentuada, em
morros, planaltos e superfícies aplainadas em domínios
morfoclimáticos como os mares de morros e Cerrado.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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