A geomorfologia aplicada ao planejamento ambiental é fundam...
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Ano: 2026
Banca:
CESPE / CEBRASPE
Órgão:
VALEC
Prova:
CESPE / CEBRASPE - 2026 - VALEC - Analista - Especialidade: Geógrafo |
Q4187222
Geografia
Texto associado
A partir do fragmento de texto apresentado anteriormente, que
problematiza a questão da urbanização brasileira, do crescimento
das favelas e da ausência de planejamento ambiental nesse
contexto, julgue os itens a seguir, referentes a conhecimentos
sobre geomorfologia aplicada ao planejamento ambiental.
Nas últimas quatro décadas, as áreas urbanas no Brasil
cresceram 2,5 vezes, tendo passado de 1,8 milhão de hectares em
1985 para 4,5 milhões de hectares em 2024, ou 0,5% do território
nacional — um aumento médio de cerca de 70 mil hectares ao
ano. Já as áreas urbanizadas em altas declividades aumentaram
mais de 3 vezes no mesmo período. Em 1985 eram 14 mil
hectares; em 2024, 43,4 mil. Desse total, 40,5 mil hectares estão
em áreas urbanas da Mata Atlântica. O MapBiomas também
calculou a área de favelas que se encontram em terrenos com alta
declividade. Eram 2.266 hectares em 1985 e 5.704 hectares em
2024 — um aumento de mais de 150% (3.438 hectares). Rio de
Janeiro lidera, com 1.730 hectares, seguido por São Paulo (1.061)
e Minas Gerais (1.057).
Internet: : : <brasil.mapbiomas.org> (com adaptações).
A geomorfologia aplicada ao planejamento ambiental é
fundamental para o entendimento, a prevenção e a mitigação
da erosão, de deslizamentos e de enchentes em áreas
densamente povoadas e com declividade acentuada, em
morros, planaltos e superfícies aplainadas em domínios
morfoclimáticos como os mares de morros e Cerrado.