Uma adolescente de 15 anos é avaliada em pronto atendimento, após ingestão intencional
de pequena quantidade de analgésicos, sem repercussão clínica significativa. Refere que o ato
ocorreu após discussão familiar intensa. Durante a avaliação, nega ideação suicida atual, mas
admite episódios recorrentes de desesperança nas últimas semanas. Relata história de
automutilação prévia, (cortes superficiais), impulsividade e instabilidade afetiva. A família está
presente, é colaborativa e consegue garantir supervisão contínua. Não há plano suicida
estruturado no momento. Com base em evidências científicas atuais e diretrizes internacionais,
indique a melhor conduta neste momento.