Text 15A3 is a record of the opinion of Vera Sheridan, a la...

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Q3992804 Inglês

Text 15A3

 

Life for researchers whose first language is not English may get quite hard. Many academics assume that their research students come to them fully formed, but every student has to learn the culture of their discipline. For those who don’t speak English as a first language, the challenge is especially daunting.

Mentors need to spend more time helping students to understand the conventions of scientific writing and the expectations of various journals. There’s an art to turning a PhD thesis into a journal article. Without guidance, a student will not be able to do it properly.

Institutions need to do a lot more to support and prepare international students. It’s not enough to hire a specialist in academic writing. Such specialists often have backgrounds in the humanities or social science, and students also need assistance from scientists who can help them to write for their specific disciplines.

I sympathize with students who are trying to learn English on top of everything else because I started out in life speaking another language. My family and I were refugees who fled Hungary during the revolution of 1956.

English speakers have become the gatekeepers of science. By keeping those gates closed, we’re missing out on a lot of perspectives and a lot of good research.

 

Chris Woolston and Joana Osório. When English is not your mother tongue. Internet: <www.nature.com> (adapted).

Text 15A3 is a record of the opinion of Vera Sheridan, a language and intercultural relations researcher in Ireland. She addresses the predominant use of English as the only language of science. The fact that Sheridan was herself a refugee
Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: O ponto decisivo estava no trecho “I sympathize with students... because I started out in life speaking another language”, em que o “because” liga diretamente o fato biográfico à preocupação com alunos não nativos. Como o enunciado pergunta a função de ela ter sido refugiada, essa relação causal leva ao item D.

Tema central: inferência causal
Análise das alternativas
A
Errada
Incorreta. O fato de a autora ter sido refugiada não informa sua classe social. O texto não traz qualquer dado socioeconômico, então essa leitura é extrapolação indevida.
B
Errada
Incorreta. O texto não diz que a experiência de refúgio foi a razão de ela ter escolhido a carreira de pesquisadora da linguagem. Falta nexo textual entre o dado biográfico e uma decisão vocacional.
C
Errada
Incorreta. Não há no texto qualquer prova de incapacidade da autora para escrever bons artigos em inglês. Essa inferência contraria o que o texto permite concluir, já que ela apresenta uma opinião articulada sobre o tema.
D
Certa
A alternativa correta se sustenta por uma relação causal expressa no próprio texto. A autora afirma que simpatiza com estudantes que precisam aprender inglês “because” começou a vida falando outra língua e, em seguida, menciona sua condição de refugiada. Portanto, o dado biográfico aparece como fundamento de sua empatia e preocupação com estudantes que não têm o inglês como língua materna.
Pegadinha da questão
A confusão real era transformar um dado biográfico em algo que o texto não disse: classe social, escolha profissional ou dificuldade atual de escrever em inglês. O texto usa esse dado apenas para explicar a empatia da autora com estudantes não nativos.
Dica para questões semelhantes
  • Quando o texto trouxer conectivo causal como “because”, priorize a função explicitamente ligada a ele.
  • Em questão de inferência, não transforme biografia em explicação de carreira, classe social ou capacidade linguística sem apoio textual direto.
  • Elimine alternativas que acrescentam informação ausente do texto, mesmo que pareçam plausíveis.

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