Sobre as diretrizes para a construção de estradas secundári...

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Q3191059 Engenharia Florestal
Sobre as diretrizes para a construção de estradas secundárias em áreas de exploração florestal de impacto reduzido, é correto afirmar que:
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Resposta correta: Alternativa C

Tema central: projeto e diretrizes de estradas secundárias em manejo florestal de impacto reduzido. Trata-se de reduzir fragmentação, erosão e compactação do solo, mantendo acesso operacional eficiente.

Resumo teórico: Estradas secundárias são vias de baixo porte, geralmente temporárias ou de uso limitado, destinadas a conectar pátios de estocagem e áreas de colheita às estradas principais. Para minimizar impacto ambiental, adotam-se larguras reduzidas (tipicamente 3–4 m de leito carroçável), drenagem adequada, traçado que siga curvas de nível quando possível e recuperação/fechamento planejado após uso. Fontes de referência: manuais de manejo florestal e diretrizes internacionais (FAO) e orientações técnicas nacionais de órgãos ambientais sobre planejamento rodoviário florestal.

Por que a alternativa C é correta: ela indica leito carroçável de 3 a 4 metros, coerente com práticas de impacto reduzido (via simples, suficiente para caminhões de transporte e máquinas leves) e diz que são usadas para interligar pátios às estradas principais — função típica das secundárias. A largura reduzida diminui a remoção de vegetação, erosão e custos, condizendo com o manejo de impacto reduzido.

Análise das alternativas incorretas:

A — Incorreta: afirmar construção antes da estação de chuvas e leito de 10 m é uma generalização equivocada. Embora seja preferível construir em época seca, não há prescrição rígida “antes da estação” e 10 m é largura excessiva para estrada secundária (mais típica de vias primárias).

B — Incorreta: descreve as secundárias como permanentes e largas (até 6 m) para tráfego intenso. Estradas secundárias de baixo impacto costumam ser temporárias ou de uso controlado e mais estreitas; 6 m é mais adequado a estradas primárias ou caminháveis para tráfego bidirecional intenso.

D — Incorreta: planejamento é obrigatório mesmo para vias temporárias — ausência de planejamento aumenta riscos de erosão, acidentes e custos de restauração.

E — Parcialmente enganosa: embora muitas secundárias sejam usadas na fase de exploração e após a extração devam ser fechadas/recuperadas, a afirmação “devem ser abandonadas” sugere omissão de recuperação planejada; a prática correta é fechar e recuperar conforme plano de manejo.

Dica de prova: procure palavras absolutas (sempre/sempre/é necessário) e memorize faixas de largura típicas: secundárias ≈ 3–4 m; primárias >5 m. Lembre-se: impacto reduzido = via estreita + drenagem + fechamento planejado.

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A resposta correta é C: A construção deve prever um leito carroçável de 3 a 4 metros, sendo utilizadas para interligar pátios de estocagem às estradas principais.

Vamos analisar cada alternativa para entender por que a C está correta e as demais estão incorretas.

  • Incorreta. Embora seja recomendável planejar a construção antes da estação de chuvas para evitar problemas de tráfego e manutenção, a largura de 10 metros é excessiva para estradas secundárias em áreas de exploração florestal de impacto reduzido. Essa largura é mais adequada para estradas principais ou permanentes, não para estradas secundárias.
  • Incorreta. Estradas secundárias em áreas de exploração florestal de impacto reduzido geralmente não são permanentes . Elas são projetadas para uso temporário durante a exploração florestal e posteriormente podem ser abandonadas ou recuperadas. Além disso, uma largura de 6 metros é desnecessária para esse tipo de estrada, que normalmente tem um leito carroçável mais estreito (3 a 4 metros).
  • Correta. Esta alternativa está alinhada com as diretrizes para a construção de estradas secundárias em áreas de exploração florestal de impacto reduzido:
  • O leito carroçável de 3 a 4 metros é suficiente para permitir o tráfego de veículos e máquinas leves usados na exploração florestal.
  • Essas estradas têm como principal função interligar pátios de estocagem às estradas principais , facilitando o transporte de madeira e outros produtos florestais.
  • Incorreta. Mesmo sendo temporárias, as estradas secundárias precisam ser cuidadosamente planejadas para minimizar impactos ambientais, como erosão do solo, compactação e alterações no ciclo hidrológico. O planejamento inadequado pode causar danos significativos ao ecossistema florestal.

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