Autores como Ana Mae Barbosa, Fernando
Hernández e Paulina Duarte propõem que o ensino de
Arte supere a lógica técnica da reprodução e avance
para propostas que articulem criação, fruição, leitura
crítica de imagens e contextualização sociocultural. No
entanto, a permanência de práticas instrucionais
fragmentadas e conteudistas evidencia resistências
estruturais. Qual alternativa expressa um entrave
estrutural recorrente à consolidação de práticas
pedagógicas integradoras e críticas no ensino de Arte?