As manifestações culturais pernambucanas,
como o maracatu, a ciranda e o caboclinho, são
marcadas por processos históricos de resistência,
reinvenção estética e pertencimento. A pedagogia da
cultura, conforme Stuart Hall e Fernando Hernández,
propõe abordagens que enfrentem a lógica folclorizante
e valorizem a produção simbólica viva. Qual alternativa
representa uma prática pedagógica que reduz essas
manifestações a um exotismo funcional?