Em um parto emergencial com coroamento evidente e sem possi...

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Q3294774 Enfermagem
Em um parto emergencial com coroamento evidente e sem possibilidade de transporte imediato, qual a conduta inicial mais segura?
Alternativas

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Alternativa correta: C

Tema central: A questão aborda a conduta inicial em partos emergenciais com coroamento, situação em que a cabeça fetal já está visível na vulva e não há possibilidade de transporte imediato. Esse conhecimento é crucial para garantir a segurança da mãe e do recém-nascido em situações de urgência, especialmente em atendimentos pré-hospitalares ou em locais sem estrutura obstétrica completa.

Resumo teórico: Em partos com coroamento evidente, a assistência deve ser tranquila, sem intervenções desnecessárias. O profissional deve:

  • Permitir a saída espontânea e controlada da cabeça fetal;
  • Verificar a presença de circular de cordão (cordão umbilical em volta do pescoço);
  • Remover secreções da via aérea somente se houver obstrução e antes do primeiro choro;
  • Priorizar o contato pele a pele após avaliação inicial do bebê.

Essas orientações seguem normas como o Manual de Assistência ao Parto Normal (MS/SBA) e diretrizes do Ministério da Saúde.

Justificativa da alternativa C: A alternativa C descreve corretamente o passo a passo: auxiliar a saída controlada da cabeça, checar circular de cordão, remover secreções se necessário e promover contato pele a pele. Essas condutas são respaldadas pelas principais diretrizes obstétricas e garantem segurança à mãe e ao bebê.

Análise das alternativas incorretas:

A – Orientar força contínua e não controlar a saída da cabeça pode causar lacerações e lesões no períneo e no recém-nascido. Além disso, não clampear o cordão imediatamente só é indicado após o bebê estar estável e sem risco de hemorragia.

BRespiração ofegante serve para controlar – não acelerar – o parto. A manobra de Kristeller (pressão uterina) é contraindicada por risco de trauma materno e fetal.

DEpisiotomia (corte do períneo) não é indicada de rotina, e manter o recém-nascido em posição declive não é recomendado, pois pode prejudicar a respiração inicial. O controle da progressão deve ser suave e apenas para proteger o períneo.

Dica para interpretação: Em questões sobre atendimento emergencial, priorize condutas que respeitam a fisiologia, evitam intervenções desnecessárias e buscam segurança materno-infantil. Atenção para palavras como "força contínua", "manobra" ou "episiotomia", geralmente associadas a práticas ultrapassadas ou não recomendadas.

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Alternativa correta: C

Tema central: A questão aborda a conduta inicial em partos emergenciais com coroamento, situação em que a cabeça fetal já está visível na vulva e não há possibilidade de transporte imediato. Esse conhecimento é crucial para garantir a segurança da mãe e do recém-nascido em situações de urgência, especialmente em atendimentos pré-hospitalares ou em locais sem estrutura obstétrica completa.

Resumo teórico: Em partos com coroamento evidente, a assistência deve ser tranquila, sem intervenções desnecessárias. O profissional deve:

  • Permitir a saída espontânea e controlada da cabeça fetal;
  • Verificar a presença de circular de cordão (cordão umbilical em volta do pescoço);
  • Remover secreções da via aérea somente se houver obstrução e antes do primeiro choro;
  • Priorizar o contato pele a pele após avaliação inicial do bebê.

Essas orientações seguem normas como o Manual de Assistência ao Parto Normal (MS/SBA) e diretrizes do Ministério da Saúde.

Justificativa da alternativa C: A alternativa C descreve corretamente o passo a passo: auxiliar a saída controlada da cabeça, checar circular de cordão, remover secreções se necessário e promover contato pele a pele. Essas condutas são respaldadas pelas principais diretrizes obstétricas e garantem segurança à mãe e ao bebê.

Análise das alternativas incorretas:

A – Orientar força contínua e não controlar a saída da cabeça pode causar lacerações e lesões no períneo e no recém-nascido. Além disso, não clampear o cordão imediatamente só é indicado após o bebê estar estável e sem risco de hemorragia.

B – Respiração ofegante serve para controlar – não acelerar – o partoA manobra de Kristeller (pressão uterina) é contraindicada por risco de trauma materno e fetal.

D – Episiotomia (corte do períneo) não é indicada de rotina, e manter o recém-nascido em posição declive não é recomendado, pois pode prejudicar a respiração inicial. O controle da progressão deve ser suave e apenas para proteger o períneo.

Dica para interpretação: Em questões sobre atendimento emergencial, priorize condutas que respeitam a fisiologia, evitam intervenções desnecessárias e buscam segurança materno-infantil. Atenção para palavras como "força contínua", "manobra" ou "episiotomia", geralmente associadas a práticas ultrapassadas ou não recomendadas.

Autora: Rebeca Leal, Monitora do Qconcursos.

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