Autores como Maxine Greene (2001) e Jacques
Rancière (2009) defendem que a arte desempenha
papel central na emancipação estética, ao deslocar
fronteiras perceptivas e promover rupturas com as
normatividades culturais. Tais concepções implicam
tensionar os currículos e as práticas educativas
centradas na reprodução. À luz desse referencial,
assinale a alternativa que expressa uma implicação
didática coerente com a função crítica da arte na
formação do sujeito.