PCA, 31 anos, sexo masculino, corretor de imóveis, tabagist...
Relatou ter aumentado a corrida para 4 vezes por semana e negou trauma ou entorse, não apresentando queixa para caminhar. Realizou raio-X de perna direita sem achados e ultrassom de perna direita com discreto edema subcutâneo em região pré-tibial direita, porém, na ressonância magnética nuclear de perna direita, diagnosticou-se fratura por estresse em terço médio de tíbia direita.
Em relação ao tratamento de fraturas por estresse em corredores de longa distância, qual a abordagem mais adequada?