A importância do uso das células tronco para a saúde públi...
A importância do uso das células tronco para a saúde pública.
“Células-tronco (CT) podem ser definidas como células com (i) grande capacidade de proliferação e auto-renovação, (ii) capacidade de responder a estímulos externos e dar origem a diferentes linhagens celulares mais especializadas. Assim, teoricamente, estas células poderiam ser multiplicadas no laboratório e induzidas a formar tipos celulares específicos que, quando transplantados, regenerariam o órgão doente. [...] As células tronco serão tratadas em dois grupos distintos: as embrionárias e as adultas. Enquanto o potencial de diferenciação das primeiras está bem caracterizado, seu uso em terapia celular e em pesquisa tem sido dificultado por questões de histocompatibilidade, segurança e ética. Em contraste, células-tronco adultas não apresentam estes empecilhos, apesar da extensão de sua plasticidade ainda estar sob investigação.”
Disponível em https://www.scielo.br/j/csc/a/Jxx3B5stXPw4L9t5LVrxszq/?format=ht ml&lang=pt
Considerando as características biológicas, o potencial de diferenciação e os desafios associados às células-tronco (CTs) acerca da literatura científica, analise as afirmativas a seguir:
I. As células-tronco embrionárias destacam-se pela elevada capacidade de diferenciação (potencialidade ampla), podendo dar origem a praticamente todos os tecidos do corpo humano, embora seu uso terapêutico direto enfrente óbices relacionados a barreiras imunológicas (histocompatibilidade) e riscos de formação de tumores (segurança).
II. As células-tronco adultas, comumente isoladas de tecidos como a medula óssea, possuem plasticidade comparação às restrita embrionárias, em mas apresentam a vantagem clínica de permitirem o transplante autólogo, o que reduz consideravelmente o risco de rejeição imunológica.
III. O processo de autorrenovação característico das células-tronco assegura que, após divisões celulares sucessivas, ambas as células filhas resultantes comprometam-se obrigatoriamente com a especialização tecidual, esgotando a linhagem original de células indiferenciadas no organismo.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em: