Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no
trabalho
Não dá para esperar
A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo
mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões
de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não
queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro
de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava
muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu
sair do emprego e abandonar a faculdade de educação
física.
Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma
televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10
mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o
Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua
aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e
Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos
Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com
uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do
que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele
viveu o que queria ter vivido.
Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma
grande transformação? E por que não colocamos esses
planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas
nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me
arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”.
Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba
trazendo frustração para nossa vida pessoal e
profissional.
Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já
deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês
Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar
um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente
empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas
e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta
profundamente o fim do domingo.
É claro que não tem nenhum problema em querer ter um
tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim
de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando
não sentimos mais nenhum interesse nas nossas
realizações profissionais e passamos o tempo todo de
olho no relógio, contando os minutos para ir embora.
Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o
estresse reflete na nossa saúde física e mental.
A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu
trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma
atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar
essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples,
mas possível.
O importante é entendermos que não é uma questão de
ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa
perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um
bom exemplo de como fazer isso é criando metas
alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe.
Tente transformar sua rotina em algo divertido.
Entender também que não estamos imunes aos
problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai
deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor
ambiente possível e esse é papel de todos,
colaboradores, líderes e da empresa.
Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos
nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos
ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar,
quando sairmos de férias ou, somente quando nos
aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos
os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas
com o que sobrar.
Segundo as convenções ortográficas, as palavras
paroxítonas terminadas em ditongo devem ser
acentuadas. Assinale a alternativa cuja palavra em
destaque exemplifica essa regra.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
Compare seu desempenho com quem faz o mesmo concurso. Ver concorrência
teste
Parabéns! Você acertou!
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