“...as doenças podem ser semelhantes, mas os doentes nunca são exatamente iguais.” (Porto, 2006).
A expressão utilizada para destacar a importância do exame clínico dos pacientes está adequada
também à realidade da farmacoterapia, visto que o medicamento pode ser o mesmo, mas as
respostas nunca são exatamente iguais. Os estudos populacionais dedicados a determinar a
variabilidade dos efeitos de um fármaco são expressos através de marcadores como