Homem de 61 anos, pós-IAM tratado com angioplastia, FEVE 59%...
Qual das alternativas reflete melhor o racional atual sobre o uso dessa classe nesse cenário?
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: No pós-IAM tratado com angioplastia, a FEVE preservada de 59% e a bradicardia sinusal tornam inadequada a prescrição automática de betabloqueador; o benefício prognóstico mais consistente permanece nos pacientes com disfunção ventricular esquerda/insuficiência cardíaca, o que sustenta o gabarito B.
- Antes de marcar benefício prognóstico de betabloqueador pós-IAM, verifique a FEVE: a evidência mais forte permanece em FE reduzida/disfunção ventricular esquerda.
- Em pós-IAM revascularizado com FE preservada, não trate a classe como obrigatória para todos; o ganho em mortalidade é menos robusto no cenário contemporâneo.
- Se o enunciado trouxer bradicardia, isso pesa contra início automático do betabloqueador, porque a própria classe pode piorá-la.
- Não assuma que verapamil ou diltiazem sejam substitutos rotineiros equivalentes ao betabloqueador no pós-IAM.
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