Um menino de 9 anos sofreu traumatismo durante uma partida de futebol e foi
atendido três horas após o acidente. O exame clínico revelou fratura coronária complicada envolvendo
esmalte e dentina, com exposição pulpar de aproximadamente 3 mm de diâmetro no incisivo central
superior permanente. O dente apresenta rizogênese incompleta (estágio 9 de Nolla), ausência de
mobilidade e de dor espontânea, resposta positiva ao teste de sensibilidade pulpar e radiografia sem
sinais de fratura radicular ou comprometimento periodontal. Após isolamento absoluto, verifica-se que
o sangramento pulpar é vermelho-vivo e facilmente controlado após a remoção de aproximadamente
2 mm do tecido pulpar superficial, permanecendo tecido pulpar saudável. Considerando as Diretrizes
da International Association of Dental Traumatology (IADT) para traumatismos dentários e o objetivo
de manter a vitalidade pulpar e permitir a continuidade da apexogênese, qual conduta deve ser
adotada nesse caso?